Pesquisar neste blog

31 de jul de 2011

Frases 55 - Stephen Charnock


"Devemos nossa criação a Deus, e nossa corrupção a nós mesmos."


"Da mesma forma como não pode existir nenhum lugar sem Deus, nenhum lugar pode abranger e conter a Deus."


"A santidade de Deus está em sua glória, em sua graça e em suas riquezas."


"Ser Deus e ser soberano são coisas inseparáveis."

26 de jul de 2011

A volta de Jesus - David Wilkerson


24 de jul de 2011

O Método da Evangelização Moderna versus o Método Puritano - Joel Beeke


Raízes da evangelização moderna

A fim de compreendermos estes dois pensamentos (o método da evangelização Puritana e a disposição interna do coração) precisamos contrastá-los com a evangelização moderna. Só assim poderemos apreciar o aspecto característico da evangelização puritana. Para isso vamos voltar um pouco ao século XIX para considerarmos as raízes da evangelização moderna.

A evangelização moderna tem as suas raízes nos anos 1820 sob a liderança de Charles Finney, que frequentemente é chamado de "o pai" da evangelização moderna. Finney foi criado em Nova Iorque e tinha o grau de advogado. Começou sua prática como advogado nos anos de 1820 em Nova Iorque. No ano seguinte teve uma experiência religiosa muito profunda e isso o influenciou para que deixasse seu escritório de advocacia e se dedicasse inteiramente ao ministério. Foi ordenado pastor presbiteriano em 1824 e por 8 anos liderou eventos e reuniões de avivamento no leste dos E.U.A. Por quatro anos trabalhou como pastor em Nova Iorque e nos últimos quarenta anos de sua vida foi professor na Universidade de Oberlin no estado de Ohio. Através dessas décadas ele continuou fazendo reuniões de avivamento. Ele inventou aquilo que se chama de "novas medidas" para avivamento que incluem: (a) reuniões com muita emoção e (b) o banco dos "ansiosos". Eram reuniões evangelísticas caracterizadas por uma atividade intensa, que duravam dois ou três dias e nos quais Finney pregava duas vezes ao dia. O banco dos "ansiosos" era o primeiro banco da igreja que era deixado vazio para que as pessoas ansiosas pudessem vir e se assentar ali, recebendo uma ministração individual. No final dos seus sermões Finney diria: "Aqui está o banco dos "ansiosos", se vocês estiverem do lado do Senhor, venham à frente." Hoje a evangelização de massa, é um desenvolvimento das chamadas "novas medidas" dos avivamentos de Finney.

20 de jul de 2011

Um Sumário de como Matar o Pecado - Tim Conway



19 de jul de 2011

A alma Católica dos Evangélicos no Brasil - Augustus Nicodemus


Os evangélicos no Brasil nunca conseguiram se livrar totalmente da influência do Catolicismo Romano. Por séculos, o Catolicismo formou a mentalidade brasileira, a sua maneira de ver o mundo (“cosmovisão”). O crescimento do número de evangélicos no Brasil é cada vez maior – segundo o IBGE, seremos 40 milhões neste ano de 2006 – mas há várias evidências de que boa parte dos evangélicos não tem conseguido se livrar da herança católica. É um fato que a conversão verdadeira (arrependimento e fé) implica uma mudança espiritual e moral, mas não significa necessariamente uma mudança na maneira como a pessoa vê o mundo. Alguém pode ter sido regenerado pelo Espírito e ainda continuar, por um tempo, a enxergar as coisas com os pressupostos antigos. É o caso dos crentes de Corinto por exemplo. Alguns deles haviam sido impuros, idólatras, adúlteros, efeminados, sodomitas, ladrões, avarentos, bêbados, maldizentes e roubadores. Todavia, haviam sido lavados, santificados e justificados “em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.9-11), sem que isso significasse que uma mudança completa de mentalidade houvesse ocorrido com eles.

14 de jul de 2011

Isso é Amor? - John Piper



12 de jul de 2011

Frases 54 - Thomas Adams


"Assim como pela criação Deus de um fez dois, pelo casamento, ele de dois fez um."


"O céu começa onde o pecado termina."


"Quando Deus omite a correção, entra pelas portas a condenação."

10 de jul de 2011

Como está a situação da igreja evangélica brasileira? - Ciro Sanches Zibordi


Engana-se quem pensa que a igreja evangélica brasileira está vivendo a sua melhor fase! Isso só seria verdade se a Bíblia, a Palavra de Deus, não existisse.
Boa parte da igreja, misturada com o mundo, vem se envolvendo com questões que não são de sua competência, além de pregar um evangelho “contextualizado”, que atrai pessoas para dentro dos templos, mas afasta-as da verdade!

A igreja de hoje não incomoda nem influencia ninguém, a não ser a “igreja da maioria” quanto ao crescimento numérico. Quem defende o evangelho de Cristo hoje, conforme Filipenses 1.16 e Gálatas 1.8, é considerado persona non grata e chamado de cético. Foi o Senhor Jesus também um cético por ter dito "Acautelai-vos dos falsos profetas", em Mateus 7.15?
Devemos aceitar com naturalidade esse evangelho ecumênico, facilitador, pragmático, pregado hoje em dia, cuja máxima é: “O mais importante é o amor que une do que a doutrina que divide”?

7 de jul de 2011

A Dádiva Que Ninguém Quer - Paul Washer



1 de jul de 2011

J.I. Packer - O que é Inferno